Muita gente (assim como eu) que por que quer um filme/sequencia/remake do Clássico GONNIES, até por que, recentemente lembraram da franquia “De volta para o Futuro”, com o retotno epico de Michael J. Fox recriando teasers do primeiro filme. E sobre os Goonies ouve-se somente barulhos de gafanhotos, isso até dá uma secada no site http://www.slashfilm.com.

Já sabia que para as bodas de prata da franquia o filme sairia em uma versão em Blu-ray e nada mais. Mas então que surhe uma notícia que não deixa de ser boa.

Mike Fenton e Richard Donner (diretor do filme) dialograram possibilidades de uma continuação e, em seguida Donner mencionou que poderia não somente Os Goonies se tornar um musical. Eis o que o sr. Donner fala sobre o esforço:

“Estávamos a pensar que (a sequela) para os anos de volta, não poderia fazê-lo. Senti tudo como se estivéssemos fazendo feriria o que nós tivemos com o original, portanto, o musical.  Mas Steven (Spielberg) disse algo que o outro dia para mim que ele e Chris (Columbus) estava falando alguma coisa e talvez – mas eu não acho que haveria uma continuação. Se há alguma coisa que seria algo novo e fresco. Esperemos que nós estamos fazendo isso como um musical na Broadway. Demorou uma eternidade para chegar na Broadway.Foi um longo, longo processo, mas ficou muito menor, porque há um grande escritor / produtor (Tim Long), que faz musicais em Os Simpsons, que são clássicos.  Ele apenas fez um tratamento em ‘Goonies’ como um musical e é maldito grande.”

Não vai ter uma sequela para The Goonies em breve, pelo menos,  um show da Broadway encenados no futuro é alguma coisa válida.

Eu quase não lembro de nada aos anos 80, mas sempre tive referencias de Voltron, uma séria animada de um esquadrão de super sentai (Power Rangers não se encaixa no contexto). Em fim chega a notícia sobre a adaptação cinematográfica que pode ser chamada de Voltron Force.

A premissa do filme é num um cenário pós-apocalíptico sendo ambientado nas regiões do México e Nova York, no qual cinco sobreviventes de um ataque alienígena se unem pilotando naves em formato felino ([iguinorância/mode on] para mim leão é que não parece) que combinados formariam robô que combate ameaças ao seu planeta.

Thomas Donnelly e Joshua Oppenheimer, que respondem atualmente pelos scripts de Drake’s Fortune e o filme do Dr. Estranho, foram escalados como roteiristas responsáveis por fazer transpor Voltron de mídia. Também foram liberadas duas artes conceituais, que você pode conferir abaixo. Vale lembrar que o filme não tem previsão de estreia nas telonas.

Reparem que os mechas precisam de mais ferro (é bom para saúde).

Arte conceitual para o quarto filme de Transformers.

A arte não está feia mas isto indica que o trabalho é um baseado em baseado; bem podemos confiar numa história tão boa quanto foi Dr. Estranho, mas é melhor não criar espectativas, vide o filme “O Ultimo mestre do Ar”.

Uma pequena lembrança dos anos 80.

Quando Quentin Tarantino e Robert Rodriguez estavam lançando o projeto Grindhouse foi realizado um concurso onde o povão poderia produzir um trailer naqueles moldes dos melhores filmes B do mundo (tal como Grindhouse é), isso com muita violência, tiros, sangue, peitinhos, e muita explosões (de cabeças), e o vencedor seria incluído nos trailers fake do projeto junto com Don’t, Machete, Thanksgiven.

Este foi o  Hobo With a Shotgun, dos diretores Jason Eisener, John Davies e Rob Cotteril. O trailer mostra um mendigo que cansado das injustiças que acontece na sua cidade, e tem a brilhante idéia de comprar uma escopeta e virar um vigilante.

Machete ganhou sua versão longa e vai estrear em 15 outubro e da mesma forma Hobo with a Shotgun, o filme, começou a ser filmado em abril, com Rutger Hauer no papel do mendigo. No começo resultou este teaser.

De madrugada saiu  um trailer maior. Isto prova que que 2011 será salvo se vier para as nossas salas de cinema.

Assisti no Judão.com.br

Ainda me lembro no tempo de moleque em que eu ganhei a minha primeira HQ. A minha primeira casa tava em reformas e estávamos morando com a família da minha mãe (avós e tias). A mãe ia sair e por uma terceira vez pedi para trazer um quadrinho do Batman.

Este quadrinho em questão era o Desenho da TV. HQ baseado no excelente seriado, do qual prestaram só as primeiras temporadas, mais soturnas e sombrias que mostravam um “super-heroi” fodão. Mas esta versão em quadrinhos achava mais “anos 60”, com histórias do tipo “A vingança do Sr. Gentil”, não era uma coisa me deixava vidrado ou aperreava a minha mãe para comprar, apenas um passatempo depois que me cansava dos videogames.

Aquilo foi muito engraçado

A minha mãe voltou e com uma surpresa. Esta é a primeira vez que recebo uma “HQ de VERDADE”. A violência estava a começando a burburinhar aquela vizinhança, o que contribuiu para o impacto da primeira história e a minha favorita: “A volta do Aranha Negra”. Ela introduziu uma história forte, violenta, sombria e com um tema que é que minhas tias queriam distância, Narcóticos (drogas).

Chega de histórias coloridinhas

Esta HQ fazia parte da Saga Queda do Morcego. Como na foto se tratava de um Liga da Justiça e Batman, mas a primeira a história era do Batman e depois a Liga (Para mim a Liga só era boa por causa do Guy Gardner).

Antes de falar da história da HQ, vou voltar um pouco no tempo. Na revista “Batman Saga # 6”; produzida em 1976 pelo roteirista Gerry Conway e pelo desenhista Ernie Chan, a história teve a intenção de mostrar um possível encontro do Cavaleiro das Trevas com o Homem-Aranha.

O detalhe é que o criador do “vilão”, Conway, anos antes havia criado, para a Marvel, o anti-herói Justiceiro, um vigilante que cumpria papel de juiz e executor dos criminosos. Por isso, o Aranha Negra é considerado um mix de Homem-Aranha e Justiceiro.

O incrível Batman versus o espetacular Aranha Negra

Batman Saga # 6” era dividida em duas partes e tinha uma trama “temperada” com traficantes de heroína, prostitutas, tiros e muito combate corpo-a-corpo. Tudo com aquele clima de seriado policial dos anos 70.

Voltando ao “Liga da Justiça & Batman nº 7”, fui apresentado a uma família em ruínas de Needham, o Aranha Negra, que logo no começo da história foi ceifada por uma quadrinha de traficantes de heroína. Batman após vê os cadáveres, vê uma carta deixada por Needham que o levou ao desfecho mais heróico que até então já tinha visto.

Ainda me lembro, da expressão do morcegão ao ler a carta, e acho que ele percebe que ele e o Aranha não são muito diferentes (digamos que o morcego pega mais leve). Lembrando que o Aranha Negra tem o mesmo método agressivo do Justiceiro, porém o Aranha é mais impaciente hehehe!

Versão norte-americana

Foi a primeira história que li com conteúdo forte ou diga-se visceral por apresentar um tema tão cruel como pode ser a história comum que muita gente costuma ter. Para mim a passagem para adolescência que deixaria de ler historinhas coloridinhas para temas no mínimo joviais ou alguma coisa mais profunda como em gekigás e histórias da Vertigo. Acho esta HQ mais eficaz do que as cartilhas de gente famosa com o slogam “Diga não às drogas” :D.

Houve uma época que gostava mais do Aranha Negra que do próprio Batman. A DC trata-o como vilão, mas o considero um anti-herói tão bom quanto Wolverine, e até acho que ele poderia ter uma HQ própria, mas isso não passa de um devaneio de garoto, por que fica evidente a compilação de personagens Marvel.

O que me levou a escrever este texto foi de lembrar aqueles tempos e a tristeza de não mais poder lê-lo, muita coisa aconteceu daqueles tempos para cá, mas graças a um fatídico acontecimento, não posso mais usufruí-lo.

Se antes era mero simpatizante do Batman devido as suas batbugicangas (principalmente do possante turbinado), hoje eu posso dizer sou fã só por causa desta história.

Y: O filme?

Publicado: 08/05/2010 em Cinema
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Já faz tempo que a cultuada HQ Y: O Último Homem está tentando sair do papel em direção às telas, mas eu soube disso hoje. Entrevistado pelo Splash Page, o diretor D.J. Caruso (Roubando Vidas, Paranóia) fez uma breve atualização sobre o projeto.

“O desenvolvimento está ativo na New Line Cinema. Eu continuo meio que comprometido a dirigir”, declarou. “Já fizemos umas quatro versões do roteiro, mas está difícil. Tem muita informação para cobrir e tentar enxugar a história é um problema. Meu problema com a New Line é que eu gostaria que fosse uma trilogia… mas eles querem mostrar muita coisa em um filme só. Estamos parados nessa discussão. Talvez quando eu voltar das filmagens de I Am Number Four voltemos a conversar. Espero que consigamos chegar a um acordo”, completou.

A série é publicada no Brasil pela Panini Comics.

Fonte : http://www.omelete.com.br/cinema

O caso é fantástico e ao mesmo tempo previsível. Na verdade não tem nada de estranho, só comprova que homens machos do sexo masculino estão geneticamente programados para fazer tudo por um rabo de saia, inclusive abrir mão das faculdades mentais superiores que fingimos ter.

A diferença aqui é a proporção que a coisa tomou.

Sou mais a Gemma Arterton

Tudo começou quando surgiu nas interwebs uma moça chamada Robin Sage. Ela dizia ter 25 anos e ser Cyber Threat Analyst do U.S. Navy’s Network Warfare Command.  Chique, não?

Em menos de um mês ela conseguiu 300 contatos no Facebook, incluindo muita gente da comunidade de Inteligência. Fotos de biquini ajudaram.

Não parando no Facebook, Robin tinha perfis no Twitter, Linkedin e outros serviços. Seus contatos incluiam gente que trabalhava com o Estado Maior das Forças Armadas dos EUA, CIA, Corpo de Fuzileiros empresas como Lockheed Martin, Northrop e até o NRO, National Reconnaissance Office, agência secreta responsável pelos satélites espiões do Tio Sam.

Robin recebeu convites para revisar documentos da NASA, propostas para jantar, apresentar uma coferência em Miami. Um soldado no Afeganistão mandou uma foto com dados de geolocalização e pra piorar um terceirizado no NRO se confundiu e revelou pra ela a pergunta secreta pra recuperar senha na conta de email. Fora informações pessoais, fotos de família, endereços e tudo mais revelado pelos espertões babando pela gatinha.

O problema: Robin Sage não existe.

Ela foi criada por Thomas Ryan, consultor de segurança. Foi um experimento para identificar a facilidade com que os membros da comunidade de segurança e inteligência poderiam ser enganados. Podemos dizer que o experimento foi MUITO bem-sucedido, e que ninguém verifica absolutamente nada.

O Comando de Network Warfare da Marinha dos EUA não tem um cargo de Cyber Threat Analyst, para ter 10 anos de experiência Robin deveria ter começado a trabalhar com segurança aos 15 anos, e bem, uma busca no Google traz como SEGUNDO RESULTADO para Robin Sage

Pois é. Robin Sage é um exercício de forças especiais que acontece 4 vezes ao ano, tem mais de 19 anos que é praticado e envolve um porrilhão de gente. Thomas Ryan também deixou outras pistas, como usar uma foto de uma mulher com aparência estrangeira (que ele pegou de um site de sacanagem, buscando no Google por “Emo Chick”, sério!) e outros detalhes, como os perfis todos tendo um mês de idade.

Não é preciso dizer que o Pentágono está pegando fogo. A facilidade com que gente inteligente cai vítima de engenharia social é assustadora. Antigamente as espiãs sedutoras como Mata Hari ainda tinham algum trabalho, hoje em dia já dá para conseguirem informações sem sequer tirar a roupa (nem mesmo na webcam). Bolas, essa conseguiu informações e contatos sem sequer existir!

Portanto, fica a lição: Seja você Especialista de Segurança dos EUA, seja você um zé-mané qualquer, a Regra é clara: Não dê mole. Um pouco de cinismo é essencial para sobreviver online.

Vi esta matéria no Meiobit e achei tão surpreendente que resolvi inseri-lo no blog. E quem escreveu foi Carlos Cardoso.

Em homenagem ao Dia Mundial do Rock!!!!:

Uma das minhas músicas prediletas, com um viciante solo de “Contra Baixo” (um solo de Baixo ia ter um outro contexto :D).

Embora a qualidade não seje lá essas coisas é muito divertido ver o Going to Brazil num show da Argentina, confira:

Batendo cabeça, dançando ou tocando…

…Feliz dia mundial do Rock